janeiro 20, 2004
Punição
Gozar do prazer mais sublime
que de tão delicado e sutíl
domina e preenche
todo segundo.
Ao luar o tempo passa,
na angústia contraditória,
espero seu despertar,
no leve raiar seu olhar
desfila magestoso
ao encontro do meu
e a alegria que não se contem
e passa suavemente
ao delicado toque.
Agem como uma overdose de cafeína
que modestamente me mantêm
acessa e mudam minha percepção
durante a espera.
Rotina de prazeres
proporcionados e vivenciados
com continua satisfação
porém acompanhada
de uma eterna punição.
Uma "poesia" (entre aspas por que não sou nenhuma poetisa!) que fiz no ano passado, quer dizer, retrasado, 2002, e que caiu como uma luva ou quase como uma luva...
que de tão delicado e sutíl
domina e preenche
todo segundo.
Ao luar o tempo passa,
na angústia contraditória,
espero seu despertar,
no leve raiar seu olhar
desfila magestoso
ao encontro do meu
e a alegria que não se contem
e passa suavemente
ao delicado toque.
Agem como uma overdose de cafeína
que modestamente me mantêm
acessa e mudam minha percepção
durante a espera.
Rotina de prazeres
proporcionados e vivenciados
com continua satisfação
porém acompanhada
de uma eterna punição.
Uma "poesia" (entre aspas por que não sou nenhuma poetisa!) que fiz no ano passado, quer dizer, retrasado, 2002, e que caiu como uma luva ou quase como uma luva...